 O preço competitivo ainda é mais potenciado pela agressividade comercial da marca. Óptimos consumos e visibilidade.
O espaço atrás é acanhado e a bagageira só dá para meia dúzia de sacos de compras.
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 Estética atraente.
O espaço atrás é pouco superior ao do C1 e o 1.1i a gasolina está desactualizado.
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 Este monovolume compacto antecipa o novo C3 e traz consigo uma qualidade de materiais irrepreensível. O espaço a bordo é bom, seja para ocupantes, seja para bagagens.
Preço do 1.6 HDI de 110 cv que já precisava de uma caixa de seis velocidades.
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 Espaço, comportamento, modularidade, bagageira e bons motores Diesel.
Selector de velocidades pouco preciso.
Instrumentação não inclui conta rotações.
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 Personalidade Citroën. Com o restyling veio a nova motorização 1.6 THP de 150 cv, um dos melhores motores do segmento. Bons preços.
O volante de centro fixo multifunções é daquelas coisas que ou se ama ou se odeia.
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 Soluções inovadoras, com destaque para o pára-brisas panorâmico e o rebatimento dos bancos. É o melhor monovolume médio. Excelente sistema de climatização.
Não é um veículo excitante de conduzir. A caixa robotizada CMP6 exige habituação.
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 Soluções inovadoras, com destaque para o pára-brisas panorâmico e o rebatimento dos bancos. É o melhor monovolume médio. Excelente sistema de climatização.
Não é um veículo excitante de conduzir. A caixa robotizada CMP6 exige habituação.
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 Em termos de conforto e facilidade de condução não existem rivais no segmento. Personalidade vincada e bons materiais. A versão 1.6 HDI tem um preço muito competitivo.
O espaço atrás não é dos mais generosos e o motor 1.6 HDI, embora permita um preço quase sem rival, acusa o peso elevado do C5.
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 Tem uma personalidade única e a versão 2.7 V6 HDI com caixa automática é feita para devorar quilómetros.
Por uma vez, um Citroën é culpado de apresentar preços elevados, difíceis de justificar face à concorrência Premium.
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 As suas portas traseiras de correr são muito práticas. A relação preço/equipamento tende a ser bastante generosa.
É um dos monovolumes mais antigos e não pode competir com o requinte de uma Espace
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 O compromisso conforto/comportamento está entre o que melhor se faz ao nível dos SUV e o motor 2.2 HDI destaca-se pela sua disponibilidade e requinte de utilização. Habitáculo acolhedor.
Os SUV são veículos de imagem e a Citroën não tem tradição neste segmento. Os preços também não convidam.
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 Imagem jovem e versatilidade de utilização e espaço são os pontos fortes do Nemo
Não existem luxos e os materiais interiores são dominados pelos plásticos rígidos.
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 Espaço para bagagem imbatível. Bom motor HDi.
Alternativa acessível aos monovolumes.
Falta de isolamento acústico.
Não proporciona o conforto habitual de um veículo de passageiros.
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 É um nome bem conhecido do mercado. A relação entre espaço para passageiros e carga é muito boa e já pode montar ESP e controlo de tracção em opção.
Apesar de correcta, a dinâmica está mais perto da de um comercial do que de uma berlina compacta equivalente.
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 Versatilidade no habitáculo, reforçada pela presença de inúmeros espaços de arrumação. Quantidade de soluções disponíveis. Boa posição de condução e ergonomia no tablier. Design Pininfarina.
Ausência de espaço para as pernas do passageiro do meio. Motor 1.6 ideal apenas para condução citadina. Demasiados opcionais.
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 Facilidade de condução. Habitáculo espaçoso e repleto de espaços de arrumação. Motores Multijet robustos e desenvoltos. Gama adaptada aos mais variados tipos de utilização.
Em mau piso, o Jumper torna-se demasiado saltitante, principalmente vazio. O vidro lateral arredondado “rouba” alguma visibilidade para o exterior.
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