 Sólido e bem construído, o Panda é fácil de conduzir em ambiente urbano. As versões 4x4 acrescentam uma bem vinda nota de versatilidade de utilização.
Os consumos do 1.2 tendem a “disparar” em auto-estrada. As prestações das versões 4x4 não passam da mediania.
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 Verdadeiro ícone instantâneo, o 500 tem na estética revivalista um argumento arrasador. A base do Panda acrescenta-lhe uma bem vinda veia racional. Muito fácil de conduzir em ambiente urbano.
Os condicionalismos impostos pelas dimensões e estética limitam-lhe as aptidões estradistas e/ou mais familiares. A imagem tem um preço mais elevado...
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 A estética é, desde logo, um argumento, a que se associam a boa relação preço/equipamento, o espaço interior e uma ampla oferta de motorizações.
Os motores Diesel revelam alguma apatia abaixo das 2000 rpm, especialmente a variante de 90 cv, e alguns materiais no habitáculo desiludem.
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 Esteticamente atraente, com preços convincentes e muito espaço para pessoas e bagagens, o Linea é uma boa alternativa para quem procura um familiar turbodiesel acessível.
Para manter os custos controlados, alguns materiais no habitáculo não são dos melhores. O motor 1.3 Multijet revela alguma “preguiça” abaixo das 2000 rpm.
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 A estética apelativa é o argumento que mais salta à vista. Ampla escolha de motorizações, com destaque para os fogosos 1.4 T-Jet a gasolina e para os competentes 1.6 Multijet a gasóleo.
A habitabilidade atrás não é referêncial e a qualidade de construção peca pela montagem menos cuidada de alguns plásticos.
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 O recente restyling tornou-o mais consensual. O espaço, a versatilidade e a mala continuam a ser atributos de uma proposta que tem ainda na relação preço/equipamento um argumento.
Apesar das mudanças, o design continua a não ser apaixonante e a mistura de conceitos entre uma berlina e uma carrinha também não pode não agradar aos mais conservadores.
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 Espaçoso e muito versátil, o Doblò pode ser uma alternativa credível a uma pequena carrinha familiar. Existe uma versão de sete lugares.
A estética é original, mas está longe de ser consensual. A qualidade de alguns plásticos no habitáculo não é das melhores.
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 A Strada é um exemplar único no mercado. Tem um bom preço e oferece um design radical e jovem. O motor 1.3 Mjet de 85 cv é garante de consumos reduzidos. A cabina longa oferece um espaço extra atrás dos bancos.
Os plásticos interiores são de qualidade discutível e a caixa de velocidades é demasiado áspera. Motor 1.3 contido nas recuperações.
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 Versatilidade no habitáculo, reforçada pela presença de inúmeros espaços de arrumação. Quantidade de soluções disponíveis. Boa posição de condução e ergonomia no tablier. Design Pininfarina.
Ausência de espaço para as pernas do passageiro do meio. Motor 1.6 ideal apenas para condução citadina. Demasiados opcionais.
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 Facilidade de condução. Habitáculo espaçoso e repleto de espaços de arrumação. Motores Multijet robustos e desenvoltos. Gama adaptada aos mais variados tipos de utilização.
Em mau piso, o Ducato torna-se demasiado saltitante, principalmente vazio. O vidro lateral arredondado “rouba” alguma visibilidade para o exterior.
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