 A beleza das linhas cativa o olhar, enquanto a qualidade geral e a excelente relação conforto/comportamento cativam os restantes sentidos.
O espaço atrás (especialmente em altura) não é dos melhores. Os consumos do XFR podem chegar a ser “assustadores”.
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 A estrutura em alumínio permite manter o peso muito baixo para uma berlina destas dimensões. O desenho interior é fabuloso e a atenção ao detalhe é invulgar.
Os consumos tendem a ser muito elevados nas versões a gasolina. Na versão curta, o espaço interior é acanhado para uma berlina de luxo.
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 O charme e a beleza são trunfos inegáveis, associados, neste caso, a uma eficácia dinâmica invulgar. A caixa automática de seis relações é fantástica.
A inestética antena parece “deslocada” no conjunto. O 3.5 tem o som de um V8, mas anda como um V6 da concorrência…
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